Bolsas de NY oscilam sem tendência definida

Os índices referenciais do mercado acionário norte-americano oscilam sem direção. O Dow Jones subia 0,08% e o Nasdaq ganhava 0,25%, às 12h31, mas se movimentam entre os territórios negativo e positivo desde o início do pregão, sem contudo se distanciarem muito dos níveis de fechamento de ontem. Sem nenhum dado macroeconômico no foco do dia, os negócios no mercado seguiam vulneráveis ao comportamento das commodities. Se os preços caírem, o mercado pode retomar o rali de alta. Os contratos futuros de petróleo não reagiam com convicção aos relatórios de estoques do produto na semana passada nos EUA. Os contratos para outubro subiam 0,53%, para US$ 64,10 por barril, na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex). As ações da Merck cediam 2% e exerciam forte pressão sobre o Dow Jones, após um importante jornal médico publicar um estudo mostrando que o Vioxx, o remédio cuja comercialização foi suspensa pela empresa, provocou problemas colaterais de saúde mesmo quando usado por períodos curtos. A Lehman Brothers divulgou aumento de 4% no seu lucro do terceiro trimestre, para US$ 916 milhões, ou US$ 1,57 por ação, sobre faturamento de US$ 4,18 bilhões. O resultado da empresa superou a previsão dos analistas de lucro de US$ 1,49 por ação. As ações da empresa subiam 1,76%. Os papéis da Ford eram negociados em alta de 2,65%, após o The Wall Street Journal informar que a segunda maior montadora dos EUA deve anunciar corte no número de funcionários do alto escalão, redução de benefícios e de custos de 30%. As ações da Hewlett-Packard retrocediam 1,98%, após a Procuradoria Geral da Califórnia ter informado que encontrou evidências suficientes para abrir acusações criminais contra as pessoas da empresa que tiveram envolvimento com os esforços da empresa para descobrir os membros de seu conselho que vazaram informações para a imprensa no ano passado. Ontem, a presidente não-executiva do grupo, Patricia Dunn, anunciou que deixará o cargo, após ter sido apontada por seu envolvimento no episódio. A Gap subia 2,2%, após a Lehman Brothers ter elevado a recomendação para os ativos da empresa. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

13 de setembro de 2006 | 12h36

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