Bolsas de NY praticamente não reagem a dados

As bolsas norte-americanas não reagiram expressivamente ao aguardado indicador ISM de atividade industrial nos EUA, assim como aconteceu com o índice de atividade de Chicago, considerado um antecedente do índice nacional. Os dados sobre gastos com construção e sobre as vendas pendentes de imóveis tiveram leitura positiva, a qual não foi, porém, transportada aos índices acionários. Nas bolsas norte-americanas, vários fatores limitam continuidade aos ganhos de setembro, entre eles, o próprio fato de os principais índices já acumularem boa valorização. O Dow Jones, por exemplo, testou duas vezes a máxima histórica de fechamento na semana passada. A ausência de reação pode ser explicada também pelo feriado judaico do Yom Kippur nesta segunda-feira, o que retira uma boa parte dos participantes do mercado. Ainda, alguns especialistas observam o fato de que setembro encerrou o ano fiscal para a maior parte dos fundos mútuos norte-americanos, o que os leva a aguardar por novos indicadores antes de alterarem suas posições. No mercado de Treasuries, o ISM abaixo do previsto retirou os papéis das mínimas (juro das máximas) operadas antes do dado, com investidores na defensiva, temendo abrupta queda na atividade, como aconteceu com o índice da Filadélfia. O dólar, por sua vez, manteve-se em baixa. Às 12 horas (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,22%; o Nasdaq perdia 0,13% e o S&P 500 recuava 0,08%. As ações da Apple caíam mais de 3%, depois de ter sua recomendação rebaixada pelo Citigroup. O juro do T-Note de 10 anos recuava 0,59% para 4,6127%; o dólar caía para 117,70 ienes e o euro subia para US$ 1,2746. Com informações da Dow Jones e de agências internacionais.

Agencia Estado,

02 de outubro de 2006 | 12h01

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