Bolsas de NY recuam apesar de dados de emprego

Às 12h43, o índice Dow Jones recuava 0,23%, o Nasdaq caía 0,76% e o S&P-550 registrava baixa de 0,43%

Luciana Antonello Xavier, da Agência Estado,

20 de janeiro de 2011 | 12h41

As Bolsas de Nova York abriram o dia em baixa, apesar da queda, maior que o esperado, do número de pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos. As atenções seguem voltadas para os balanços das empresas e para a China, que divulgou inflação e crescimento robusto em 2010. Os números chineses aumentam o receio de novos apertos monetários no países asiático. Às 12h43 (horário de Brasília), o índice Dow Jones recuava 0,23%, o Nasdaq caía 0,76% e o S&P-550 registrava baixa de 0,43%.

Nos EUA, o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego caiu 37 mil, para 404 mil, na semana passada, mais que a queda de 25 mil estimada por analistas. O foco das atenções, no entanto, saiu da Europa e foi para a China. O gigante asiático cresceu 9,8% no quarto trimestre de 2010, bem acima dos 9,2% estimados. No ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do país cresceu 10,3%, acima da expansão de 9,2% de 2009. A inflação em 2010 avançou 3,3%, ante a deflação de 0,7% em 2009. No último trimestre de 2010, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) registrou inflação de 4,6%.

Entre os balanços do dia, o banco Morgan Stanley informou um lucro de US$ 0,43 no quarto trimestre, superando as estimativas. O resultado deu certo alívio, após os números decepcionantes do Goldman Sachs ontem. Google e AMD divulgam seus resultados após o fechamento dos mercados.

Já a empresa de biotecnologia Mannkind Corporation informou que não conseguiu aprovação do Food and Drug Administration (FDA) para um tratamento de diabetes. O FDA pediu que a companhia apresente mais dois novos estudos do medicamento Afrezza.

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