Bolsas de NY sobem com expectativa do fim de conflito

As bolsas de Nova York abriram em baixa nesta segunda-feira. Logo em seguida, inverteram o sinal, com a esperança de que Israel suspenda os ataques militares contra o Líbano. Às 10h40, o índice Dow Jones avançava 0,51% e o Nasdaq operava com +0,61%. A queda do índice de atividade industrial do Fed (o banco central americano) de Nova York em julho, para 15,64, abaixo da previsão de 20, e o lucro do Citigroup inferior ao esperado também acrescentaram pressão, compensando o otimismo com os resultados de vendas do McDonald's e com o bom desempenho das ações de outras empresas no pré-mercado. Os papéis do Citigroup recuavam 0,6% no pré-mercado, para US$ 47,30, depois de o maior banco dos EUA ter informado que seu lucro cresceu 4% no segundo trimestre deste ano em comparação com igual período de 2005, para US$ 1,05 por ação. A receita aumentou 10%, atingindo US$ 22,18 bilhões. Os resultados, no entanto, vieram abaixo das expectativas de analistas, de lucro de US$ 1,06 por ação e receita de US$ 22,52 bilhões. McDonald's, também componente do Dow Jones, subia 2,15%, para US$ 33,75. A cadeia de fast-food informou que suas vendas de mesmas lojas em junho nos EUA cresceram 5,2%, enquanto as vendas globais de mesmas lojas avançaram 5,9%. Boeing ganhava 0,6%, cotada a US$ 77,70. A fabricante de aviões fechou um acordo avaliado em US$ 4,9 bilhões para entregar 20 jatos à Qatar Airways a partir de 2007. Merck & Co., que teve seu preço-alvo elevado pelo Morgan Stanley, subia 0,7%, para US$ 36,42. Harley-Davidson, que anunciou crescimento de 2,5% do lucro no segundo trimestre, ganhava 1,9%. Qualcomm Inc., que teve seu rating (classificação) elevado de "neutro" para "comprar" pelo UBS, avançava 2%. As informações são da Dow Jones.

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