Bolsas européias apagam alta e caem com força

O que não era muito sólido - os ganhos do início do dia - já se desmanchou no ar. As principais bolsas européias apagaram os ganhos e voltam a computar perdas acentuadas. Às 9h53 (de Brasília), o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, cedia 1,75%, enquanto o índice CAC-40, da Bolsa de Paris, retrocedia 1,44%. O índice FTSE-100 da Bolsa de Londres perdia 0,76%. Os índices futuros de Wall Street também viraram o sinal e o S&P 500 recuava 0,87% e o Nasdaq 100 futuro, -0,82%. Segundo operadores, os investidores se mantinham apreensivos diante da divulgação de dados econômicos fracos no Japão e na China. Outro operador observava que a "situação como um todo permanecia vulnerável e que uma nova onda de pânico poderia reaquecer as vendas agressivas". As ações da InBev eram negociadas em alta de 3,1%, após a companhia ter anunciado que seu lucro mais que dobrou no quarto trimestre de 2006, refletindo a forte demanda em mercados emergentes como o Brasil e a Rússia. Os papéis da Telefónica cediam 1,1%, na Bolsa de Madri, com os investidores realizando lucros após a gigante de telecomunicações ter auferido queda de 12% do lucro no quarto trimestre de 2006. As ações das mineradoras também fraquejavam na busca de uma recuperação, após terem ficado na linha de frente das vendas dos dois últimos dias, em razão do temor de que um eventual esfriamento da demanda chinesa afete as projeções de lucros desse setor. A BHP subia 0,15%. A Rio Tinto eliminou o ganho do início do dia, que era de 1,2%, e cedia 1,06%, segundo cotações da Bolsa de Londres, com 15 minutos de atraso. A Reuters subia 2,3%, depois que a provedora de notícias e serviços financeiros anunciou aumento de 32% do lucro pré-imposto, para 313 milhões de libras esterlinas, o que superou os prognósticos dos analistas. As informações são da agência Dow Jones.

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