Bolsas européias fecham em alta com montadoras

As Bolsas da Europa fecharam em alta, com os ganhos das montadoras, como DaimlerChrysler e Volkswagen, e das produtoras de petróleo mais do que compensando a fraqueza das companhias de tecnologia como SAP. O índice DAX Xetra 30, de Frankfurt, subiu 0,6% para 6.899,06 pontos, o CAC 40, de Paris, avançou 0,7% para 5.634,75 pontos, e o FTSE 100, de Londres, terminou com ganho de 0,3%, em 6.339,40 pontos. Em Frankfurt, as ações da DaimlerChrysler subiram 6,4% em meio às contínuas especulações sobre uma possível venda da Chrysler. Uma porta-voz da empresa desmentiu que o grupo teria enviado carta aos empregados proibindo vendas de ações de relacionadas à possível venda da Chrysler. A Volkswagen também subiu, 6,2%, em meio aos rumores de que a Porsche comprará a montadora. A Porsche já detém uma participação de 27,4% na Volkswagen. Fiat e Renault acompanharam a alta. As petroleiras como BP e Royal Dutch Shell também ganharam terreno depois que os futuros de petróleo voltaram a superar US$ 62,00 o barril quando o governo britânico informou que 15 marinheiros foram capturados por forças iranianas quando patrulhavam o litoral do Iraque. Os papéis da gigante do software SAP, da Alemanha, declinaram 1,7% em reação à notícia de que a Oracle abriu um processo num tribunal federal da Califórnia alegando que a concorrente realiza "roubo corporativo em grande escala". Os potenciais parceiros numa fusão Barclays e ABN Amro avançaram, respectivamente, 2,6% e 2,4%. Esta semana, as ações do Barclays ganharam cerca de 10%, enquanto as do ABN subiram cerca de 18%. As ações da Iberia subiram 4% em meio às continuas especulações de uma oferta pela companhias aérea espanhola. Em Lisboa, o PSI 20 avançou 0,8% para 11.753,54 pontos. BCP ganhou 3,5% com os investidores reagindo bem às altas em sua oferta pelo Banco BPI. A Portugal Telecom subiu 1%, a Galp ganhou 0,3%. Em Madri, o IBEX 35 avançou 0,4% para 14.545,7 pontos, com as altas lideradas pela Iberia e pela Repsol, ambas ajudadas por especulações de ofertas. As informações são da agência Dow Jones.

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