Bolsas européias sobem com petróleo, montadoras e aéreas

As principais bolsas européias estão em alta esta manhã, impulsionadas pelos ganhos das companhias de petróleo e gás, que reagem à alta do preço do produto no pregão eletrônico, e dos setores de aviação e automobilístico. Às 9h21 (de Brasília), o índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, subia 0,33%, o índice CAC-40, da Bolsa de Paris, estava em alta de 0,44%, e o índice DAX, de Frankfurt, avançava 0,46%. As ações de petroleiras como BP e Cairn Energy subiam mais de 0,7%. O barril do petróleo tipo Brent para entrega em fevereiro subia 0,95% a US$ 56,17 na ICE londrina com as especulações de cortes na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). As ações da British Airways subiram 1,1% em Londres depois que a empresa informou que os sindicatos concordaram com as mudanças propostas ao programa de aposentadoria. A companhia anunciou na sexta-feira que aceitou fazer uma contribuição extraordinária de 800 milhões de libras ao fundo de pensão, desde que as mudanças propostas fossem aceitas. O déficit do plano deverá ser cortado para 900 milhões de libras e a contribuição anual da companhia ficará em torno de 280 milhões de libras/ano nos próximos dez anos. Os papéis da empresa aérea de baixo custo EasyJet também subiram, 1,8%, em reação ao aumento de 11,2% para 2,6 milhões no número de passageiros transportados em dezembro em relação ao mesmo mês do ano passado. Em Frankfurt, a alemã Volkswagen subia 1,7% após divulgar, no fim de semana, que vendeu 5,73 milhões de veículos em 2006, um aumento de 9,3% sobre o ano anterior. A maior montadora da Europa informou que cresceu forte na China e em outros mercados em desenvolvimento. Em Paris, os papéis da PSA Peugeot Citröen avançavam 1,3% depois de a fabricante francesa de automóveis ter estimado que a demanda em 2007 ficará, no mínimo, no mesmo nível de 2006. Segundo a empresa, as vendas em mercados fora da Europa Ocidental continuam crescendo, lideradas pelo lançamento dos novos modelos da Peugeot e da Citröen. Em 2006, as vendas caíram 0,7% para 3,37 milhões de unidades. As informações são da agência Dow Jones.

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