Bônus emergentes oscilam pouco em meio a emissões corporativas

Bônus de referência Global 2040 do Brasil avançou 0,125 cent, ficando em 133,875 cents em Nova York

Ricardo Gozzi, da Agência Estado,

30 de abril de 2010 | 08h27

O spread dos títulos da dívida dos mercados emergentes oscilou dentro de uma faixa estreita, ontem, com os investidores voltando a atenção para ativos de risco mais elevado depois de um rebaixamento de rating da Grécia no início da semana ter assustado os mercados.

 

Os compradores entraram com mais ênfase no mercado em meio a uma série de novas emissões corporativas depois dos dias dominados por venda após o corte de rating da Grécia, na terça-feira, para território junk pela agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor's.

 

O prêmio de risco do Emerging Markets Bond Index Global (Embig), elaborado pelo JPMorgan, estava praticamente estável sobre os Treasuries no fim da tarde. O bônus de referência Global 2040 do Brasil avançou 0,125 cent, ficando em 133,875 cents em Nova York.

 

A sutil elevação do Global 2040 ocorre um dia depois de o Conselho de Política Monetária do Banco Central do Brasil ter anunciado a elevação - a primeira em quase dois anos - da taxa básica de juro em 0,75 ponto para 9,50%.

 

Uma série de novas emissões surgiu nos mercados enquanto eles se estabilizavam durante o dia e os investidores continuavam em busca de exposição ao crescimento mais acelerado do mundo em desenvolvimento. Figuraram entre as novas emissões de ontem as brasileiras Fibria Celulose e Marfrig Frigoríficos.

 

No campos das emissões soberanas, a República Dominicana captou US$ 750 milhões com um bônus de 11 anos, oferecendo yield de 7,5%. As informações são da Dow Jones.

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