Bônus emergentes se fortalecem sobre os treasuries

 Spread de risco do Brasil recuou em 6 pontos-base para 203 pontos-base sobre os Treasuries

Clarissa Mangueira, da Agência Estado,

19 de fevereiro de 2010 | 08h37

Os bônus da dívida de países emergentes se fortaleceram em Nova York sobre os Treasuries, ontem, à medida que os investidores continuaram a se aventurar em ativos mais arriscados, depois que a realização de lucros e dos temores sobre dívidas soberanas na Europa deprimiram o mercado no início do mês. Mas o volume dos negócios foi morno, diante da postura de "esperar para ver" adotada pelos players do mercado e o tépido suporte ao bônus da dívida de países emergentes.

 

O spread de risco do Emerging Markets Bond Index Global do JPMorgan caiu 5 pontos-base para 310 pontos-base sobre os Treasuries, com uma perda de 0,08% no dia. Em Nova York, o Global40 - principal título da dívida externa brasileira - ficou inalterado em 133,125. O spread de risco do Brasil recuou em 6 pontos-base para 203 pontos-base sobre os Treasuries, com

um ganho de 0,02% no dia.

 

Dados sobre o emprego divulgados ontem mostraram que o país teve alta recorde na criação de vagas no mês de janeiro. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) registrou abertura de 181.419 vagas formais de trabalho no mês passado. O número foi bem acima do recorde de 142 mil empregos de janeiro de 2008.

 

O spread de risco da Argentina avançou 5 pontos-base para 793 pontos-base sobre os treasuries, com uma queda de 1,18% no dia. No México, o spread de risco caiu 3 pontos-base para 195 pontos-base sobre os treasuries, com uma baixa de 0,02% no dia. O spread de risco da Rússia recuou 3 pontos-base para 211 pontos-base sobre os treasuries, com declínio de 0,11% no dia. As informações são da Dow Jones.

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