Bovespa acompanha otimismo externo

Bolsas europeias e índices futuros das Bolsas de NY retornam do feriado  com altas consistentes

Renata Pedini, da Agência Estado,

28 de maio de 2013 | 10h29

Depois de fechar praticamente estável ontem, com o pior giro desde dezembro de 2011, a Bovespa acompanha o otimismo externo na abertura dos negócios desta terça-feira. Bolsas europeias e índices futuros das Bolsas de Nova York retornam do feriado, na véspera, no Reino Unido e nos Estados Unidos com altas consistentes na expectativa por indicadores positivos norte-americanos. Às 10h12, o Ibovespa subia 0,95%, aos 56.932,27 pontos.

Em Nova York, no mesmo horário, o futuro do S&P 500 subia 0,85%, após a divulgação do índice de atividade industrial do Meio-Oeste, elaborado pelo Federal Reserve de Chicago. O indicador caiu 0,5% em abril ante março, para 95,5. Na comparação com igual período do ano passado, porém, o índice subiu 3,3%. O índice de preços de moradias em 10 cidades da S&P/Case-Shiller em março, por sua vez, subiu 10,3%. Em 20 cidades, a alta do indicador foi de 10,9%.

As Bolsas de Londres, Paris e Frankfurt, por sua vez, tinham altas de 1,78%, 1,45% e 1,18%, respectivamente, às 10h13, se inspirando nos ganhos registrados mais cedo na Ásia. Essas praças eram favorecidas também pelo resultado de um leilão de bônus do Tesouro da Itália, que vendeu perto do valor máximo pretendido, com custo de financiamento menor que em operação semelhante anterior.

Vale destacar que os preços do petróleo sobem forte - mais de 1,3%, enquanto o preço do minério de ferro no mercado à vista (spot) chinês foi negociado hoje no valor mais baixo do ano, a US$ 117,8 a tonelada seca (queda de 2,6% ante os US$ 120,9 da véspera). Ainda no que diz respeito ao ferro, a China produziu 110,53 milhões de toneladas de minério de ferro em abril, o que representa uma alta de 5,7% em relação a igual mês de 2012.

Outra informação importante é a de que a agência de classificação de risco Moody''s pode rebaixar o rating soberano da China se o crescimento anual do Produto Interno Bruto (PIB) do país ficar abaixo de 6%. Mas, por ora, está em segundo plano.

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