Bovespa acompanha Wall Street e sobe

Às 15h15, o principal índice da Bolsa paulista registrava valorização de 1,13%, aos 67.849 pontos

Beth Moreira, da Agência Estado,

20 de setembro de 2010 | 11h54

Durante a tarde desta segunda-feira, 20, o Ibovespa continua seu movimento de alta que acompanha Wall Street, observado desde a manhã. Apenas na primeira hora de pregão o índice operou com volatilidade devido ao vencimento de opções sobre ações. A melhora no ânimo deve-se basicamente a notícias vindas do âmbito externo.

Às 15h15, o principal índice da Bolsa paulista registrava valorização de 1,13%, aos 67.849 pontos, após alcançar a mínima de 67.009 pontos e a máxima de 67.877 pontos. O giro financeiro era de R$ 6,7 bilhões, com previsão de R$ 11,1 bilhões para o fechamento. No mesmo momento, o Dow Jones registrava alta de 1,04%, enquanto o S&P 500 subia 1,06%.

As blue chips estão entre as que mais sofrem a influência do vencimento, quando comprados e vendidos tentam influenciar as cotações dos papéis no mercado à vista para fazer prevalecer suas posições. As ações preferenciais da Petrobrás, que iniciaram o dia em alta, logo inverteram a direção para queda e depois voltaram a subir. Há pouco, o papel registrava ganhos de 2,57%, enquanto o ON recuava 1,95%.

A oferta de ações da estatal entra na reta final esta semana. Os interessados em participar da operação têm até quarta-feira para reservar a quantidade de papéis desejada. Os atuais acionistas da estatal tiveram até o último 16 para garantir seu direito de preferência na operação.

Segundo fontes ouvidas pela Agência Estado, praticamente todos esses acionistas manifestaram intenção de participar. Se os pedidos serão efetivados ou não, vai depender da estratégia de cada um, observou a fonte, lembrando que o pedido de reserva pode ser cancelado até o fechamento do bookbuilding, que acontece na quinta-feira, quando será conhecido o preço por ação e a quantidade efetiva de demanda.

Vale PNA avança 1,20% no horário. A ação ordinária sobe 1,40%. Hoje os contratos futuros dos metais básicos negociados na Bolsa de Metais de Londres (LME, na sigla em inglês) são comercializados em alta, à medida que o enfraquecimento do dólar dá suporte aos investimentos nos mercados de commodities. Mais cedo o cobre operava próximo da máxima em cinco meses.

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