Bovespa cede 1%, mas Petrobras sobe; dólar vale R$ 2,09

O Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa de Valores de São Paulo, sai gradualmente da mínima atingida durante a primeira hora de pregão hoje, de -1,72%, mas ainda opera em baixa, de 1,04%, às 12h20. Os investidores acompanham a baixa generalizada nas bolsas internacionais, que começou na Ásia e segue na Europa e em Nova York. No mesmo horário acima, o índice Dow Jones da Bolsa de Nova York caía 0,42% e o Nasdaq cedia 0,43%. Em Nova York, segundo a agência Dow Jones, os mercados estão pressionados pelas preocupações com o mercado de crédito imobiliário "subprime" (clientes de maior risco de inadimplência, que justamente por isso pagam taxas de juros mais elevadas). A New Century Financial, empresa de investimentos no mercado imobiliário e uma das principais companhias de financiamento hipotecário nos EUA, teve suas ações suspensas em Nova York. Na Bovespa, apesar das perdas do índice geral, os papéis da Petrobras tentam subir. O motivo é a valorização do petróleo no mercado internacional. O barril para abril subia 1,60% na Bolsa Mercantil de Nova York, às 12h15, cotado em US$ 59,85. As ações preferenciais da Petrobras valorizam 0,29%, negociadas a R$ 42,02. As ações ordinárias da estatal sobem um pouco menos, 0,09%, cotadas a R$ 46,84. Os papéis PNA da Vale do Rio Doce, por sua vez, hoje caem 0,40%. Ontem, puxada pela alta dos metais, a mineradora subiu 0,83%, ante baixa de 1,43% da Petrobras. Hoje, devolve esses ganhos. Câmbio No mercado interbancário de câmbio, o dólar comercial mantém uma valorização discreta desde o começo da manhã. Por volta das 12h15, a moeda norte-americana era negociada a R$ 2,09, alta de 0,10%. A taxa máxima registrada no dia até este horário foi de R$ 2,097.

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