Bovespa encerra em baixa de 0,74%, com volume fraco

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou hoje em baixa de 0,74%, a 34.375 pontos. O resultado ficou próximo da mínima do dia, registrada quase no final do pregão, de -0,76% (34.368 pontos). No território positivo, o Ibovespa chegou a subir 1,11% (35.015 pontos), mas não conseguiu sustentar a alta porque operou atrelada às Bolsas de Nova York, onde o desempenho também foi ruim hoje. Com esse resultado, a Bolsa paulista passou a acumular baixa de 5,90% em junho e alta de 2,75% em 2006. O movimento financeiro foi bastante reduzido, ficando em R$ 1,184 bilhão. O dia foi atípico, com o jogo do Brasil interrompendo os negócios, mas, na quinta-feira da semana passada, quando o pregão também foi mais curto por causa do jogo do Brasil, o volume financeiro havia alcançado R$ 1,6 bilhão. No período da manhã, a Bovespa conseguiu resistir à queda das bolsas em Nova York. Mas na retomada dos negócios, a Bovespa perdeu força, oscilou bastante e acabou fechando em queda, com a ampliação do movimento de baixa em Nova York (o índice Dow Jones fechou em baixa de 1,09% e o Nasdaq caiu 1,57%). Além da quebra de rotina por conta dos jogos, o mercado de ações, assim como os demais, operou em compasso de espera com a reunião sobre juros do banco central americano, amanhã e quinta. A decisão será anunciada na tarde de quinta-feira e, até lá, o mercado não deve definir uma tendência. O consenso é de que o juro básico deve subir 0,25 ponto porcentual nos EUA nesta semana, mas a ansiedade dos investidores está no comunicado sobre política monetária que o BC americano divulgará após anunciar sua decisão. Entre os papéis que compõem o Ibovespa, as maiores altas foram Eletrobrás PNB (+5,04%), Souza Cruz ON (+3,39%) e Sadia PN (+3,26%). As maiores baixas foram Unibanco Unit (-3,61%), Embraer ON (-3,55%) e Itaubanco PN (-2,93%).

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