Bovespa fecha quase estável, apesar das Bolsas de NY

A tensão geopolítica no Oriente Médio, que traz preocupação quanto ao impacto da alta do petróleo na inflação e no consumo norte-americano, continuou hoje a ser um fator de pressão para as principais bolsas mundiais. A Bovespa, contudo, conseguiu se segurar, e seu principal índice, o Ibovespa, encerrou em baixa de apenas 0,01%, aos 35.349 pontos. O indicador oscilou entre a máxima de -1% e máxima de +0,84%. O volume financeiro somou R$ 1,59 bilhão. A Bolsa paulista continuou acompanhando hoje a trajetória das bolsas americanas. Mas a boa notícia é que os investidores na Bovespa conseguiram manter o sangue frio, seguindo o mercado externo à distância: em Nova York, os principais índices de ações recuaram mais intensamente que a Bovespa, entre 0,49% e 0,98%. A alta das ações de Petrobras, o carro-chefe da Bolsa, com participação de 13,5% no Ibovespa, ajudou a evitar uma desvalorização mais expressiva hoje, uma tendência que começou a ser observada ontem. Os papéis da estatal se beneficiam da alta do preço do petróleo, que encerrou hoje em novo recorde, a US$ 77,03 o barril em Nova York. Petrobras PN fechou hoje com ganho de 1,47%.

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