Bovespa indefinida; Petrobras ainda cai e bancos sobem

A Bolsa de Valores de São Paulo tem um início de semana indefinido, ainda com ações da Petrobras em queda, mas valorização de ações de bancos e a Vale do Rio Doce perto da estabilidade. Às 12h28, o Ibovespa subia 0,18% a 38.711 pontos, depois de passar a maior parte da manhã em baixa. O volume financeiro soma R$ 916 milhões e o projetado para o fim do dia aponta R$ 2,5 bilhões. A estimativa está inflada pela estréia das ações de Brascan Residential Properties, que gira R$ 183 milhões e sobe 4,44%, para R$ 16,71. A virada do índice, que de manhã perdeu 0,96%, na mínima, foi influenciada pelo dia positivo das bolsas americanas (o índice Dow Jones alcançou novo recorde durante o pregão). Novo dia de queda do preço do petróleo é também de baixa para as ações da Petrobras. As preferenciais recuam 0,97%, para R$ 40,70, com R$ 135,5 milhões negociados. As ordinárias tem baixa de 1,29%. Na sexta, o conselho da petrolífera aprovou a distribuição de R$ 4,387 bilhões em juros sobre capital. O montante corresponde a um valor bruto de R$ 1,00 por ação ordinária ou preferencial. O pagamento será feito até 15 de janeiro de 2007, com base na posição acionária de 31 de outubro de 2006. Os papéis da Vale têm oscilação negativa de 0,45%, com o mercado na expectativa para os detalhes finais da compra da mineradora canadense Inco. Hoje é dia de alta para os bancos, setor que anda agitado com a perspectiva de consolidação para o segmento: Itaú PN +1,89%; Bradesco PN + 0,78% e Unibanco units + 1,23%. BB ON tem ganho de 0,58%. TAM e Gol também mostram recuperação - a primeira sobe 1,22% e a segunda, 1,30%. Entre as perdas, além de Petrobras, destacam-se Perdigão ON - 1,5% e Telemar PNA -1,2%.

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