Bovespa se mantém em terreno negativo

Às 15h20, o Ibovespa registrava baixa de 1,27%, aos 67.202 pontos

Beth Moreira, da Agência Estado ,

21 de fevereiro de 2011 | 12h43

A Bovespa opera em baixa nesta segunda-feira, com investidores de todo o mundo adotando uma postura mais cautelosa em razão do aumento dos conflitos em países no Oriente Médio e norte da África. A tensão, por sua vez, puxa o preço do petróleo para cima beneficiando os papéis de empresas do setor como OGX. Ações de companhias do setor elétrico também sobem.

Às 15h20, o Ibovespa registrava baixa de 1,27%, aos 67.202 pontos, após ter alcançado a mínima de 67.084 pontos. O giro financeiro era de R$ 4,7 bilhões, com previsão para alcançar R$ 5,45 bilhões no encerramento do pregão.

Operadores lembram que a briga entre comprados e vendidos por conta do vencimento de opções sobre ações ajuda a movimentar os negócios neste início de semana, quando a Bovespa opera sem a referência de Wall Street, com o feriado do Dia do Presidente nos Estados Unidos.

Petrobrás PN subia, mas passou a cair 0,18% no horário e a ON, 0,29%. Hoje o preço do petróleo na Nymex eletrônica avança perto de 4%, cotado na faixa dos US$ 89,00 o barril. OGX, do empresário Eike Batista, avança 2,37% e lidera o grupo de maiores altas do índice. Hoje a companhia informou novas descobertas de hidrocarbonetos na Bacia de Campos.

Vale PNA recua 1,69% e ON cede 1,92%. Entre as siderúrgicas Usiminas ON recua 2,49% e figura entre as maiores quedas do Ibovespa. Usiminas PNA cede 1,47%, CSN perde 2,10%, Gerdau registra desvalorização de 1,54% e Gerdau Metalúrgica opera em queda de 1,69%.

(Texto atualizado às 15h20)

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