Bovespa segue Nova York e opera em alta

As Bolsas de Nova York e, conseqüentemente, o índice Bovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, reagiram em alta à divulgação de dados sobre o mercado imobiliário norte-americano. As vendas de imóveis residenciais usados nos Estados Unidos subiram inesperadamente 3,9% em fevereiro. A previsão dos economistas era de queda de 2% das vendas. Os ganhos do Ibovespa (0,36%, às 11h40) ilustram um consenso do mercado para hoje: o de que os negócios estão fracos, e seguirão as transações nos EUA. O volume até as 11h40 na Bovespa estava abaixo da média dos últimos dias, de apenas R$ 646 milhões, com projeção de R$ 2,6 bilhões para o fim do dia. Falta fluxo para girar as ações. Ontem a Bovespa movimentou R$ 3,6 bilhões. Um papel que traz força para o pregão é Petrobras, que continua subindo com consistência desde ontem. A alta era de 1,33% das ações ordinárias (ON) e de 0,91% das ações preferenciais (PN), ambas entre os principais ganhos do Ibovespa. Petrobras ganha com a alta de 1% do preço do petróleo no mercado internacional. Na Bolsa Mercantil de Nova York, o barril de petróleo para entrega em maio estava cotado no horário acima a US$ 62,31. Em Londres o petróleo de maio já é negociado acima de US$ 63,00 o barril, em alta de 1,4%. As quedas na Bovespa hoje são lideradas pelas ações ordinárias da Brasil Telecom Participações, que devolvem ganhos após subirem em destaque por todo o dia de ontem, após notícias sobre eventual interesse da Orascom na fatia do Citigroup na empresa.

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