Bovespa sobe 0,28% e melhora volume de negócios

A quantidade de balanços e notícias corporativas para examinar eleva um pouco o volume de negócios na Bolsa de Valores de São Paulo hoje em relação a ontem. Às 12h20, o Ibovespa subia 0,28%, a 39.010 pontos, com giro financeiro de R$ 712 milhões. O projetado para o fim do dia atinge R$ 2,15 bilhões. A lista de maiores altas e baixas traz papéis em correções de movimentações recentes: CCR ON + 2,79%; TIM PN + 2,67%; Eletrobras ON + 2,56%; Cemig ON + 2,51%. Entre as quedas, Telemar PNA perde 1,25%; Telemar PN -0,99% e ALL units -0,82%. Nos balanços, os principais são os de Itaú (-0,22%) e Gol (-0,42%), com números dentro do esperado. Mas a ação que se destaca é Lojas Renner ON, com ganho de 4,62% depois de a empresa reverter prejuízo e lucrar R$ 22,395 milhões no trimestre passado em relação a igual intervalo de 2005. Desde ontem, o mercado conheceu diversos números: Souza Cruz ON sobe 1,91%; a companhia lucrou R$ 223,3 milhões no terceiro trimestre, com alta de 30,77% e superou as expectativas de analistas consultados pela Agência Estado. Marcopolo teve alta de 83,32% no lucro, para R$ 37,6 milhões, resultado que ficou 37,7% acima do esperado. Os papéis hoje avançam 2,44%. A WEG apurou lucro de R$ 132,187 milhões no trimestre passado, com alta de 31,60% sobre o mesmo período de 2005 e 14,3% acima das projeções do mercado. As ações em alta de 1,89%. E a Tractebel fechou o terceiro trimestre com o lucro líquido de R$ 257,753 milhões, uma queda de 16,14%. As ordinárias perdem 1,64%. Lupatech ON também sobe, 1,32%, após anunciar a compra das argentinas Válvulas Worcester e Esferomatic. CSU Cardsystems é destaque de queda, com desvalorização de 3%. Ontem, a empresa informou que fará ajustes de R$ 4,643 milhões no item despesas financeiras do seu balanço de 2006 acumulado até setembro. Segundo a CSU, eles referem-se a despesas de juros e encargos contratuais de empréstimos bancários contratados em dezembro de 2005, janeiro e março de 2006, os quais, até o encerramento do 2º trimestre de 2006, apresentavam carência para pagamento de principal e encargos. Durante o 3º trimestre, a companhia identificou que estas despesas financeiras deveriam ter sido lançadas nos informes do 1º e 2º trimestres.

Agencia Estado,

31 de outubro de 2006 | 12h22

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