Bovespa sobe e garante alta de 0,10% na semana

O Ibovespa, entretanto, não se afastou muito do piso dos 55 mil pontos, ajudado por Vale, que recuou nas cinco sessões anteriores

Claudia Volante, da Agência Estado,

17 de maio de 2013 | 18h05

Os indicadores que sustentaram as bolsas internacionais em alta nesta sexta-feira, 17, também canalizaram compras à Bovespa. O Ibovespa, entretanto, não se afastou muito do piso dos 55 mil pontos, ajudado por Vale, que recuou nas cinco sessões anteriores. Petrobras também subiu, mas OGX terminou em baixa após ser rebaixada pela Fitch.

O Ibovespa terminou em alta de 0,72%, aos 55.164,27 pontos. Na mínima, registrou 54.780 pontos (+0,01%) e, na máxima, 55.489 pontos (+1,31%). Na semana, fechou praticamente no zero a zero, com pequena variação de +0,10%. No mês, acumula perda de 1,33% e, no ano, de 9,50%.

A alta da Bovespa nesta sexta-feira foi influenciada pelos números sobre a maior economia do planeta. Saiu o índice de sentimento do consumidor dos EUA, medido pela Reuters/Universidade de Michigan, que avançou para 83,7 na leitura preliminar de maio, de 76,4 no fim de abril - o resultado foi o mais alto desde julho de 2007 e superou a previsão de alta para 78,0. E também o índice de indicadores antecedentes do Conference Board, com alta de 0,6% em abril ante março, acima da previsão de elevação de 0,3%.

Os números norte-americanos reforçaram os dados também positivos divulgados antes na Europa e causaram ganhos generalizados nas ações. Os destaques foram as vendas de veículos, com o primeiro aumento desde setembro de 2011, de 1,7% em abril ante igual mês do ano anterior, e o primeiro superávit comercial da Espanha desde 1971, de 634,9 milhões de euros em março.

Aqui, Vale subiu 0,96% na ON e 0,71% na PNA. Petrobras ON teve valorização de 1,33% e a PN, de 1,01%. OGX recuou 1,12%, pressionada pelo rebaixamento de sua nota pela Fitch. A agência de classificação de risco rebaixou o rating da OGX para B-, de B, com perspectiva negativa.

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