Bovespa tem leve alta com ajuste técnico

Na máxima, após a abertura, o índice Bovespa subiu 0,52%, aos 54.728 pontos

Renata Pedini, da Agência Estado,

14 de maio de 2013 | 11h13

A Bovespa opera em leve alta nesta terça-feira, em movimento de correção técnica, após quatro baixas consecutivas. Os negócios locais são favorecidos pela melhora dos mercados internacionais e desempenhos de OGX e Petrobras. Por outro lado, Vale limita os ganhos. Perto das 10h55, o Ibovespa subia 0,15%, aos 54.529,18 pontos. Na máxima, após a abertura, o índice subiu 0,52%, aos 54.728 pontos. Na mínima, há pouco, caiu 0,02%, aos 54.438 pontos. No mesmo horário, em Nova York, o Dow Jones subia 0,25%, o S&P 500 tinha alta de 0,40% e o Nasdaq, +0,39%.

OGX ON, com valorização de 2,99%, ocupava a quarta posição do ranking de maiores altas do Ibovespa. A empresa levou dois blocos da bacia do Parnaíba, nesta manhã, na 11ª rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Na primeira posição estava Marfrig ON, com +7,88%, após balanço do primeiro trimestre - reverteu lucro líquido de R$ 34,5 milhões do primeiro trimestre de 2012 em prejuízo líquido de R$ 81,2 milhões agora, mas menor que o esperado. Às 10h55, Petrobras ON estava estável e PN, +0,36%, enquanto Vale ON caía 0,60% e PNA, -0,69%.

No exterior, o que desanimou os investidores, mais cedo, foi o índice ZEW de expectativas da Alemanha. O indicador avançou para 36,4 neste mês, mas menos que os 39,5 previstos. Já o índice de condições atuais caiu para 8,9 em maio, de 9,2 em abril.

Por outro lado, a produção industrial da zona do euro cresceu 1,0% em março ante fevereiro, superando a previsão de alta de 0,4% e registrando a maior alta mensal desde julho de 2011, segundo a Eurostat. Na comparação com março de 2012, houve queda de 1,7%, menor que o recuo de 2,1% previsto e a menor contração desde agosto de 2012. Às 11 horas, a Bolsa de Londres subia 0,58%, Paris tinha alta de 0,29% e Frankfurt, +0,59%.

Nos Estados Unidos, o índice de confiança das pequenas empresas, da Federação Nacional de Empresas Independentes (NFIB, na sigla em inglês), subiu para 92,1 em abril, de 89,5 em março, superando a previsão dos economistas de alta para 91,0. O índice de preços das importações, por sua vez, caiu 0,5% em abril, em linha com a previsão, de -0,5%.

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