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Cenário externo ruim sustenta nova alta do dólar

Apesar dos sinais de tranquilidade da equipe econômica do Brasil, sensação ruim prevalece

Cristina Canas, da Agência Estado,

22 de setembro de 2011 | 10h29

O dólar abre mais um pregão com forte pressão de alta. A trajetória continua sendo dada pelo cenário externo ruim, que realimenta uma reversão forte e abrangente nas posições dos players do mercado doméstico de câmbio. Às 10h25, o dólar comercial era negociado a R$ 1,9070, alta de 3,36%.

Ontem, o Federal Reserve (Fed, banco central norte-americano) confirmou as expectativas no que se refere às ofertas de títulos, mas apresentou avaliações desalentadoras para a economia dos EUA. Além disso, hoje foram divulgados dados mostrando desaceleração nas economias alemã e chinesa, o que também impactou negativamente as bolsas europeias.

Por aqui, os sinais da equipe econômica são de tranquilidade. Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que as medidas adotadas no câmbio não serão retiradas e que o câmbio está devolvendo o que valorizou. Afirmou também que não há "patamar aceitável" para a taxa de câmbio, ressaltou os benefícios da alta do dólar para o setor exportador, mas acabou admitindo que se a pressão for maior pode preocupar o governo, em especial, pelos seus efeitos sobre os devedores brasileiros.

Quanto ao Banco Central, anunciou que não vai rolar o vencimento dos contratos de swap cambial reverso, o que, na prática, representa uma venda de dólares. O vencimento é de cerca de US$ 1,9 bilhão.

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