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Cobre fecha em queda

Na rodada livre de negócios da tarde da LME, o contrato do cobre para três meses caiu 0,24%, para US$ 7.440,00 por tonelada

Gustavo Nicoletta, da Agência Estado,

31 de agosto de 2010 | 16h15

Os preços dos contratos futuros dos metais básicos fecharam em queda, mas perto da estabilidade, pressionados pelas preocupações com o desaquecimento na recuperação da economia mundial, mas recebendo suporte no final do pregão de dados que mostraram um aumento na confiança do consumidor dos EUA.

 

O analista Michael Hewson, da CMC Markets, afirmou que a notícia ajudou os mercados a recuperar "um pouco do equilíbrio".

 

Na rodada livre de negócios (kerb) da tarde da London Metal Exchange (LME), o contrato do cobre para três meses caiu US$ 18,00, ou 0,24%, para US$ 7.440,00 por tonelada, mas chegou a perder 1,3% ao longo do pregão. Em agosto, no entanto, o contrato do metal acumulou alta de 1,98%.

 

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o contrato do cobre para dezembro recuou US$ 0,0595, ou 1,73%, para US$ 3,3700 por libra-peso, com mínima de US$ 3,3565 e máxima de US$ 3,4080 ao longo da sessão. No mês, o metal acumulou alta de 1,76% na Comex.

 

Entre outros metais básicos negociados na LME, o contrato do chumbo para três meses fechou em baixa de US$ 19,00, a US$ 2.069,00 por tonelada, enquanto o contrato do zinco caiu US$ 28,00, para US$ 2.064,00 por tonelada. O contrato do alumínio avançou US$ 0,50, para US$ 2.057,50 por tonelada, enquanto o contrato do níquel perdeu US$ 355,00, para US$ 20.695,00 por tonelada. O contrato do estanho fechou em queda de US$ 640,00, a US$ 21.000,00 por tonelada.

 

Segundo o analista Leon Westgate, do Standard Bank, os mercados continuam "envolvidos pelo nervosismo e pela incerteza" e os participantes estarão atentos aos dados sobre a atividade industrial da China, que devem ser divulgados hoje à noite.

 

Entre os metais preciosos, o contrato do ouro para dezembro negociado na Comex subiu US$ 11,10, ou 0,90%, para US$ 1.250,30 por onça-troy - maior nível de fechamento desde 28 de junho -, com mínima de US$ 1.233,50 e máxima de US$ 1.251,80 ao longo do pregão. No mês, o metal acumulou alta de 5,6%.

 

A incerteza em outros mercados recentemente aumentou a demanda por ativos considerados seguros. Como os Treasuries, que pertencem a este grupo, estão oferecendo um retorno muito baixo, os investidores passaram a buscar o ouro, que também é visto como um ativo resistente a eventuais períodos de turbulência, já que não é tão influenciado pelos ciclos econômicos quanto as demais commodities.

 

"É um rali de setembro começando mais cedo", disse Jimmy Tintle, analista da Transworld Futures. Os preços do ouro geralmente sobem no final do verão no hemisfério norte em razão do fim do período de férias dos participantes do mercado. As informações são da Dow Jones.

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