Cobre opera perto da estabilidade

Os contratos futuros de cobre operam perto da estabilidade nesta sexta-feira, diante de expectativas de elevação da oferta do metal nos mercados.

AE, Estadão Conteúdo

24 de outubro de 2014 | 10h40

A pressão de queda nos preços de cobre deve continuar, tendo em vista que um excesso de cobre não refinado de minas se junta ao excedente de cobre refinado, disse Sucden Financial em seu último relatório trimestral. "Não é surpreendente que os fundamentos estejam pesando sobre os preços", disse a corretora que tem sede em Londres. "Mais pressão para baixo veio de um crescimento mais fraco na China e na Europa."

Na London Metal Exchange (LME), o cobre para três meses recuava 0,2%, para US$ 6.678,75 por tonelada, por volta das 9h30 (de Brasília). O alumínio cedia 1,4%, para US$ 1.961 por tonelada. O zinco caía 0,2%, para US$ 2.252 por tonelada, o níquel recuava 0,8%, para US$ 15.019,00 por tonelada, o chumbo tinha perda de 1%, para US$ 2.009,75 por tonelada, e o estanho perdia 0,1%, para US$ 19.400,00 por tonelada.

Uma pesquisa da Macquarie Bank destacou, no entanto, uma ligeira recuperação na demanda de uso final para o cobre na China, que consome cerca de 40% da produção global. "A melhoria contínua nas encomendas do setor de energia, a recuperação em eletrodomésticos e estabilização de encomendas em construção apontam para um cenário melhor da demanda, do que o sugerido pela onda de vendas agressiva no preço do cobre em outubro. A oferta doméstica de cobre também está aumentando, mas em um ritmo menor do que o sugerido pelos dados oficiais", disse o banco.

Na Comex, a divisão de metais da Nymex, o cobre para dezembro ganhava 0,13%, a US$ 3,0440 por libra-peso, às 9h15 (de Brasília). Fonte: Dow Jones Newswires.

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