Com indefinição no governo, Bolsa cai mais de 2%

Especulações em torno da nova equipe econômica do governo levaram o Ibovespa para o menor nível desde 29 de outubro

Clarissa Mangueira, Agência Estado

13 de novembro de 2014 | 17h50

As especulações em torno da equipe econômica do governo voltaram a pressionar os negócios na Bovespa, que fechou no menor nível desde 29 de outubro nesta quinta-feira. O declínio das ações da Petrobrás exerceram pressão de baixa sobre o índice, mas as perdas foram generalizadas.

O Ibovespa fechou em queda de 2,14%, aos 51.846,03, na mínima do dia, em uma sessão marcada por baixo giro de negócios (R$ 4,894 bilhões). Na máxima da sessão, a Bolsa atingiu 53.323 pontos (+0,65%). No ano, a Bolsa acumula alta de 0,66% e no mês de novembro, queda de 5,09%.

A Bovespa abriu o pregão em alta, em linha com o sinal positivo verificado nos mercados internacionais. Porém, o fôlego por aqui foi contido pela cautela enquanto os investidores aguardam os nomes da nova equipe econômica de Dilma Rousseff para o segundo mandato. 

As incertezas ganharam força à tarde e a Bolsa bateu mínimas consecutivas na sessão. No mesmo momento, o ex-secretário-Executivo do ministério da Fazenda Nelson Barbosa havia afirmado, em entrevista exclusiva ao Broadcast, na saída de um evento em Campinas, que não foi convidado para ser ministro do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. "Não fui convidado ou sondado para nenhum cargo. Continuo na área de ensino e pesquisa da EESP-FGV e do IBRE. Portanto, não posso falar sobre algo que não existe", destacou.

As declarações se somaram a rumores de que outros nomes, além de Barbosa e do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, estariam sendo cogitados para o comando do Ministério da Fazenda.

No setor corporativo, as ações da Petrobrás subiram durante a manhã, mas inverteram o sinal nesta tarde, e fecharam nas mínimas, com quedas de 3,03% (ON) e 3,61% (PN). 

A movimentação antes do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira, que pode trazer mais volatilidade, além do cenário incerto para a estatal prejudicou os papéis. O mercado está na expectativa do balanço, que será apresentado ao conselho de administração da empresa amanhã.

Já as ações da Vale que tinha se recuperado mais cedo, após as fortes perdas registradas recentemente devido ao declínio do preço do minério de ferro, acabaram devolvendo os ganhos no fim do pregão. Vale ON -0,27% e ação PNA -0,36%. 

Do lado positivo, as ações das Lojas Americanas estavam entre os destaques, com alta de 2,54% no fechamento, influenciada pelo balanço no terceiro trimestre. 

As especulações em torno da equipe econômica do governo voltaram a pressionar os negócios na Bovespa, que fechou no menor nível desde 29 de outubro nesta quinta-feira. O declínio das ações da Petrobrás exerceram pressão de baixa sobre o índice, mas as perdas foram generalizadas.

O Ibovespa fechou em queda de 2,14%, aos 51.846,03, na mínima do dia, em uma sessão marcada por baixo giro de negócios (R$ 4,894 bilhões). Na máxima da sessão, a Bolsa atingiu 53.323 pontos (+0,65%). No ano, a Bolsa acumula alta de 0,66% e no mês de novembro, queda de 5,09%.

A Bovespa abriu o pregão em alta, em linha com o sinal positivo verificado nos mercados internacionais. Porém, o fôlego por aqui foi contido pela cautela enquanto os investidores aguardam os nomes da nova equipe econômica de Dilma Rousseff para o segundo mandato. 

As incertezas ganharam força à tarde e a Bolsa bateu mínimas consecutivas na sessão. No mesmo momento, o ex-secretário-Executivo do ministério da Fazenda Nelson Barbosa havia afirmado, em entrevista exclusiva ao Broadcast , na saída de um evento em Campinas, que não foi convidado para ser ministro do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff. "Não fui convidado ou sondado para nenhum cargo. Continuo na área de ensino e pesquisa da EESP-FGV e do IBRE. Portanto, não posso falar sobre algo que não existe", destacou.

As declarações se somaram a rumores de que outros nomes, além de Barbosa e do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, estariam sendo cogitados para o comando do Ministério da Fazenda.

No setor corporativo, as ações da Petrobrás subiram durante a manhã, mas inverteram o sinal nesta tarde, e fecharam nas mínimas, com quedas de 3,03% (ON) e 3,61% (PN). 

A movimentação antes do vencimento de opções sobre ações, na segunda-feira, que pode trazer mais volatilidade, além do cenário incerto para a estatal prejudicou os papéis. O mercado está na expectativa do balanço, que será apresentado ao conselho de administração da empresa amanhã.

Já as ações da Vale que tinha se recuperado mais cedo, após as fortes perdas registradas recentemente devido ao declínio do preço do minério de ferro, acabaram devolvendo os ganhos no fim do pregão. Vale ON -0,27% e ação PNA -0,36%. 

Do lado positivo, as ações das Lojas Americanas estavam entre os destaques, com alta de 2,54% no fechamento, influenciada pelo balanço no terceiro trimestre.

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