José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão

Com mau humor externo, dólar fecha em alta de 0,6%, cotado a R$ 3,91

Dados da economia chinesa reforçaram, já no início do pregão, percepção de desaceleração global

Bárbara Nascimento, O Estado de S.Paulo

14 de dezembro de 2018 | 17h44
Atualizado 14 de dezembro de 2018 | 18h20

Os ativos foram penalizados nesta sexta-feira, 14, pelo mau humor externo, com dados piores da China, no início do pregão, reforçando a percepção de desaceleração global e com o petróleo em queda. O dólar operava valorizado lá fora e, aqui, terminou o dia aos R$ 3,9066, em alta de 0,58%. No mercado de ações, o Ibovespa caiu 0,44%, aos 87.449,50 mil pontos.

O destaque foram as ações da Gol, que chegaram a entrar em leilão e terminaram com alta de 7,5%. Elas foram beneficiadas pela promulgação de medida provisória que liberou até 100% de capital estrangeiro nas companhias aéreas atuantes no Brasil. A percepção do mercado é de que a medida deve ajudar no custo de captação do setor.

Com a queda do preço do barril de petróleo, as ações da Petrobrás ficaram no vermelho, enquanto o setor financeiro, que puxou o pregão de quinta-feira, teve comportamento prioritariamente de baixa, com exceção das ações do Santander e dos papéis do Banco do Brasil.

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