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Confiança de investidor estimula altas na Ásia

O impulso veio da interpretação de os EUA ainda não suportariam a reversão do programa de estímulo do Fed

27 de junho de 2013 | 07h25

 Os mercados de ações asiáticos fecharam majoritariamente em alta nesta quinta-feira, uma vez que indicadores e declarações de quarta-feira deixaram os investidores mais confiantes de que os bancos centrais deverão manter suas políticas de relaxamento monetário por mais tempo. Além disso, as ações na China encerraram a sessão em leve baixa com preocupações sobre a desaceleração da economia. 

As ações asiáticas receberam um impulso de Wall Street que fechou em alta na quarta-feira. Os investidores interpretaram a revisão para baixo dos dados de crescimento norte-americano do primeiro trimestre como um sinal de que a economia dos EUA ainda não está forte o suficiente para o Federal Reserve reverter seu programa de estímulo. 

Também na quarta-feira, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, tranquilizou os mercados, alegando que a política da instituição continuará acomodatícia no futuro próximo. 

Com isso, o índice Kospi Composto subiu 2,9% nesta quinta-feira, para 1.834,70 pontos, com os investidores estrangeiros se tornando compradores líquidos pela primeira vez em 14 sessões. A Samsung Electronics saltou 6,2%. A caça por pechinchas também sustentou os exportadores em Seul, com a Hyundai Motor avançando 4,8% e LG Display fechando em alta de 3,4%.

As ações da China, por outro lado, continuaram voláteis. Os investidores mantiveram uma postura cautelosa em meio a preocupações sobre as perspectivas de crescimento do país. O Índice Xangai Composto encerrou em queda 0,08%, aos 1.950,01 pontos, o menor nível de fechamento desde 15 de janeiro de 2009, quando terminou em 1.920,21 pontos. O índice Shenzhen Composto perdeu 1,6%, para 886,91 pontos. Em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 0,5%, para 20.440,08 pontos.

Na Austrália, o índice S&P/ASX 200 fechou em alta de 1,7%, aos 4.811,3 pontos, depois da troca do primeiro-ministro. Ontem, Julia Gillard perdeu uma disputa pela liderança do partido trabalhista e Kevin Rudd se tornou o premiê do país.

"Creio que a remoção do primeiro-ministro mais impopular (...) na história da Austrália é um ponto positivo para a confiança das famílias e das empresas", disse o diretor-gerente Charlie Aitken, da Bell Potter.

Em Taipé, o índice Taiwan Weighted fechou em alta de 1,3%, aos 7.883,90 pontos, estendendo a sua recuperação após baixas recentes. Na mesma tendência, o índice PSEi, da Bolsa de Manila, nas Filipinas, avançou 3,4% e encerrou o pregão aos 6.328,00 pontos. Fonte: Dow Jones Newswires.

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