Correção: Bradesco mantém previsão de crescimento no crédito

O texto enviado anteriormente contém uma incorreção. Os números de expectativa de crescimento do crédito este ano para pessoa física estão trocados com os de pessoa jurídica. O correto é de 30% a 35% para pessoa física e em torno de 15% a 17% para pessoa jurídica. Confira a íntegra da matéria corrigida:Rio, 27 - O Bradesco continua apostando em um forte crescimento do crédito, apesar dos dados do Banco Central divulgados na segunda-feira terem suscitado dúvida sobre um eventual esgotamento da expansão do crédito no mercado brasileiro em geral. O diretor vice-presidente responsável pela área de Relações com Investidores do Bradesco, Milton Vargas, disse ontem à noite, em entrevista após apresentação para analistas e investidores, acreditar que será atingida a meta da instituição de ter um crescimento do crédito de 25% este ano. De acordo com ele, o aumento deve ser de 15% a 17% para pessoa jurídica e de 30% a 35% para pessoa física.No primeiro semestre deste ano, disse, o crédito do grupo Bradesco se ampliou em 11% atingindo R$ 102 bilhões em junho, segundo Vargas, incluindo o financiamento a não clientes do banco, pela Finasa. Comparando junho de 2006 a junho de 2005, a expansão foi de 30%. No crédito imobiliário, o banco pretende chegar a R$ 2 bilhões até dezembro. Já está com R$ 1,4 bilhão, acima das exigibilidades para este ano, que seriam de R$ 1,2 bilhão. Vargas elogiou as medidas que foram tomadas pelo governo para o setor. "As medidas estão no caminho certo. Estão saindo, talvez não na velocidade ideal, mas é o que se pode fazer. Acho que ainda falta muita coisa para o crédito imobiliário deslanchar", declarou.O diretor executivo da instituição, Domingos de Abreu, disse durante a reunião promovida pela Apimec esperar um "boom" do crédito imobiliário só quando a taxa nominal de juros estiver em 8%. "A gente há de convir que 12% é o menor nível de juros com que a gente já conviveu. E mesmo assim, é um nível alto", afirmou Abreu.Durante a apresentação, Vargas falou mais de uma vez na "expectativa bem positiva" que o Bradesco tem para o crédito em geral, inclusive para o cartão de crédito. O crédito ao consumo cresceu de R$ 21,9 bilhões em junho de 2005 para R$ 32,3 bilhões em junho de 2006, com destaque para o crédito pessoal que passou de R$ 6,7 bilhões para R$ 10,2 bilhões no período.

Agencia Estado,

27 de setembro de 2006 | 12h03

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