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Corretora dos EUA reduz perspectiva apra Telemar e Brasil Telecom

A corretora do banco de investimentos norte-americano Bear Stearns reduziu a perspectiva de ganho com as ações da Telemar e da Brasil Telecom. No caso de Telemar, o preço-alvo para o recibo de ações negociado em Nova York (ADRs, na sigla em inglês) caiu de US$ 27 para US$ 25. Para Brasil Telecom, a perspectiva do ADR para os próximos doze meses caiu de US$ 54 para US$ 53. O preço em dólar serve de referência para o investidor brasileiro. Segundo analistas da corretora, os ajustes foram resultado da revisão da expectativa de performance operacional para as companhias em 2006 e 2007. Em relatório, os analistas Rizwan Ali e Miguel Garcia apostam em queda de 5% da receita líquida da Telemar. O banco reduziu a estimativa de Ebitda (ganhos antes do pagamento de impostos, taxas, depreciações e amortizações, na sigla em inglês) deste ano em 9% para US$ 3,08 bilhões e a do próximo em 10% para US$ 3,06 bilhões. Os analistas afirmam que a revisão, entre outros fatores, foi motivada também pela queda no registro de linhas em serviço (LIS) e os resultados decepcionantes do primeiro trimestre "apesar do forte crescimento no número de assinantes ADSL." No caso da Brasil Telecom, os analistas consideraram os resultados do primeiro trimestre e cortaram em 3% a expectativa inicial da instituição em relação à receita, principalmente devido à perspectiva de queda dos ganhos com interconexão e tráfico fixo móvel. A expectativa de receita líquida da BrT em 2006 passou de US$ 5,06 bilhões para US$ 4,91 bilhões e de US$ 4,98 bilhões para US$ 4,84 bilhões em 2007. Esses ajustes, porém, são parcialmente compensados pela maior receita no segmento móvel - em razão da melhora na base de assinantes e da receita média por usuário (Arpu, na sigla em inglês). A projeção de Ebitda para este ano e o próximo foi reduzida em 3% e 2%, respectivamente, de US$ 1,714 bilhão para US$ 1,670 bilhão e de US$ 1,747 bilhão para US$ 1,713 bilhão. Com isso, a estimativa de margem Ebitda do Bear Stearns para a operadora passou de 33,9% para 34% em 2006 e de 35,1% para 35,3% em 2007.

Agencia Estado,

23 de maio de 2006 | 07h00

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