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CVM descarta informação privilegiada em ações da TAM

Segundo a autarquia, o volume se explica pela divulgação da informação em um portal de notícias na internet e por informações oficiais que partiram da bolsa de Nova York e da própria companhia

Sabrina VAlle, da Agência Estado,

23 de setembro de 2010 | 13h29

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) concluiu não haver indícios de uso de informação privilegiada nas negociações à vista com ações da TAM no dia em que a companhia divulgou memorando de entendimento com a chilena LAN, em 13 de agosto. No entanto, a CVM informou hoje em nota que continua investigando a atuação de investidores no mercado de direitos de subscrição de ações da companhia. A autarquia não forneceu mais detalhes sobre esta investigação.

"Em virtude do aumento no volume negociado e da oscilação de preços das ações da TAM S.A. no dia 13 de agosto de 2010, anteriormente à divulgação de comunicado de fato relevante pela companhia, a Superintendência de Mercados e Intermediários (SMI) da CVM analisou os dados referentes às negociações daquele dia e concluiu não haver indícios de uso de informação privilegiada nas negociações à vista com ações da companhia."

Segundo a autarquia, o volume se explica pela divulgação da informação em um portal de notícias na internet e por informações oficiais que partiram da bolsa de Nova York (Nyse) e da própria companhia. "Apesar de não se verificarem indícios de uso de informação privilegiada nos negócios realizados no dia 13/08/2010 no mercado à vista de ações da TAM S.A., a Comissão de Valores Mobiliários continua investigando a atuação de investidores no mercado de direitos de subscrição de ações da companhia", disse a CVM.

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