Dólar abre em baixa de 0,15% na BM&F a R$ 2,138

A semana começa morna, sem agenda relevante aqui e no exterior, mas os mercados optam pela cautela em consideração ao conjunto de acontecimentos previstos para os próximos dias. Nos EUA, a lista comporta desde dados de varejo e indústria, amanhã e quarta-feira, até números do setor imobiliário e do PIB norte-americano, na quinta e sexta-feira, respectivamente. Por aqui, os próximos dias englobam taxa do IPCA-15 de outubro, dados de desemprego e, merecendo destaque, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros, o dólar abriu em baixa de 0,15% hoje, negociado a R$ 2,138 nos contratos de liquidação à vista. Os destaques de hoje para o mercado doméstico de câmbio são o resultado da dívida pública mobiliária federal referente a setembro e os dados da balança comercial da terceira semana de outubro. Nenhum dos dois, no entanto, deve ter força para formar as cotações do dólar. A perspectiva para a balança comercial, por exemplo, é de continuidade nos superávits. Isso só reforça as perspectivas de fluxo positivo de recursos para o País, mas está no preço. Para a definição dos rumos do mercado doméstico de câmbio, então, deve pesar mais a retração vista nos ativos internacionais, onde o que determina o tom são as constantes incertezas sobre os rumos da economia dos Estados Unidos e, hoje em especial, o recuo dos preços do petróleo e de outras commodities.

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