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Dólar comercial abre em queda de 0,28%, a R$ 1,754

Às 10h13, a divisa era negociadaa R$ 1,754 com queda de 0,28, mesma cotação da abertura

Cristina Canas, da Agência Estado,

23 de agosto de 2010 | 09h58

O dólar comercial abriu o dia em baixa de 0,28%, negociado a R$ 1,754 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de sexta-feira, a moeda norte-americana fechou em alta de 0,17%, cotada a R$ 1,759. Às 10h13, a divisa era negociadaa R$ 1,754 com queda de 0,28, mesma cotação da abertura. a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar com liquidação à vista abriu as negociações em queda de 0,23%, também a R$ 1,754.

A sinalização de que o Banco Central Europeu (BCE) deve manter a liquidez forte - o que confirma a percepção de fragilidade econômica nos mercados e o sentimento de aversão ao risco - jogou o euro novamente a níveis entre US$ 1,26 e US$ 1,27 na sexta-feira. Na manhã de hoje, o comportamento do câmbio é o mesmo, até porque o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto preliminar caiu de 56,7 em julho para 56,1 em agosto.

A pressão de compra recai principalmente sobre o iene, que recentemente registrou as maiores cotações em 15 anos ante o dólar, e sobre as moedas emergentes de menor risco, como o real. No Japão, o mercado alimenta expectativas de uma intervenção na moeda, já que o câmbio valorizado prejudica a economia. Porém, o ministro da Economia do país, Satoshi Arai, disse que o governo não tem um plano específico neste momento.

No Brasil, o Banco Central (BC) tem atuado nas expectativas e consegue sustentar o piso psicológico de R$ 1,75. "A influência de fatores positivos e negativos mantém as cotações presas a intervalos estreitos. De um lado, o viés negativo dos demais mercados financeiros globais e a expectativa de atuações mais fortes do BC no câmbio brasileiro exercem pressões de alta sobre as cotações. Do outro, os fundamentos domésticos e as perspectivas de continuidade dos ingressos financeiros para aplicações em renda variável e renda fixa locais atuam na direção oposta", resume a diretora de câmbio da AGK Corretora, Miriam Tavares.

Neste cenário, os investidores vão seguir de olho nos indicadores internacionais e no fluxo doméstico para vender ou comprar, de acordo com a oportunidade. Enquanto aguardam as notícias, eles não devem afastar muito as cotações da estabilidade.

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