Dólar comercial cai na abertura, a R$ 1,624

PIB dos EUA contraria mercado, de uma alta de 2,2%, e cresce 1,8% no primeiro trimestre

Cristina Canas, da Agência Estado,

26 de maio de 2011 | 10h11

O dólar comercial abriu o dia em queda de 0,25%, negociado a R$ 1,624 no mercado interbancário de câmbio. No pregão de ontem, a moeda americana subiu 0,37% e foi cotada a R$ 1,628 no fechamento. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar à vista abriu em queda de 0,25%, a R$ 1,6239.

Hoje, o mercado começou o dia na expectativa pela divulgação dos dados revisados para o primeiro trimestre do ano do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos. Em meio aos temores de calote da Grécia, um desempenho favorável da economia norte-americana seria o alento que os investidores precisavam para manter os mercados longe de uma rota única de pessimismo.

Porém, o PIB norte-americano cresceu 1,8% no primeiro trimestre, em relação ao mesmo período do ano passado, sendo que o resultado é igual ao divulgado anteriormente. Economistas esperavam que o avanço do PIB fosse revisado para alta de 2,2%. Já o número de trabalhadores norte-americanos que entraram pela primeira vez com pedido de auxílio-desemprego subiu 10 mil, para 424 mil, após ajustes sazonais, na semana até 21 de maio. Economistas esperavam queda de 4 mil solicitações.

No Brasil, o mercado acompanha o caso Palocci atento a possíveis novidades que possam respingar na presidente Dilma Rousseff. No entanto, o assunto não interfere na formação de preço dos ativos. Para o câmbio, também é importante monitorar o fluxo. Desde que o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6% sobre empréstimos externos de até dois anos foi instituído, a relação entre as entradas e saídas de dólares do País não encontrou um novo perfil. Por enquanto, as captações de curto prazo secaram, estimulando as operações de prazos mais longos feitas por meio de emissões de bônus.

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