Dólar comercial encerra a R$ 2,165, em alta de 0,23%

O dólar comercial terminou a semana cotado a R$ 2,165, em alta de 0,23% sobre o fechamento de ontem. A moeda oscilou entre a mínima de R$ 2,156 e a máxima de R$ 2,167. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar negociado à vista fechou na cotação máxima do dia, a R$ 2,166, em alta de 0,32%. A retomada das preocupações com a trajetória dos juros nos Estados Unidos, após o aumento das vendas no varejo em julho acima do esperado, justificou um movimento de zeragem de vendas de dólar feitas pela manhã, que deu sustentação à moeda norte-americana, afirmaram operadores consultados. Lá fora, o dado de vendas acima do previsto aumentou a expectativa nos mercados sobre os próximos índices de inflação - o índice de preços ao produtor sai na próxima terça-feira e o índice de preços ao consumidor, na quarta-feira - e também estimulou vendas de ações e aumento de posições em juros e dólar. Por isso, a moeda norte-americana opera em alta ante o euro e o iene. Segundo um operador, como o fluxo cambial foi fraco hoje, as tesourarias que venderam moeda pela manhã acabaram recompondo posições à tarde, o que deu sustentação ao dólar, por causa do volume mais reduzido de negócios. Hoje, no leilão de compra de dólar pelo Banco Central, foram aceitas três propostas à taxa de corte de R$ 2,162 - abaixo da taxa do dólar quando o leilão foi anunciado. Após o leilão, a moeda renovou as cotações máximas. As instituições participantes apresentaram 19 propostas no leilão, com taxas de R$ 2,162 a R$ 2,164.

Agencia Estado,

11 de agosto de 2006 | 16h37

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