Dólar comercial encerra com perda de 0,09%, a R$ 2,14

Depois de oscilar entre estabilidade e alta até o meio da tarde, o dólar inverteu o sinal e fechou em queda, acompanhando o recuo do risco Brasil pouco antes do leilão de compra da moeda norte-americana pelo Banco Central. No fechamento, o dólar comercial perdia 0,09%, para R$ 2,14. No pregão viva-voz da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar negociado à vista recuava 0,04%, a R$ 2,14065. No leilão, o Banco Central comprou dólar à taxa de corte de R$ 2,139, valor abaixo da taxa da moeda naquele momento. A virada do dólar, segundo um operador, refletiu ajuste de posições dos investidores, estimulado pela compra do BC à taxa mais baixa do que a cotação do momento e também pela queda do risco Brasil para a mínima do dia, de 190 pontos-base (baixa de 3 pontos-base). "Deu a sensação de que o mercado estava sustentando artificialmente a cotação", disse um operador, para justificar a rápida mudança de terreno decorrente do aumento da oferta de moeda. Após o leilão, em que podem ter sido aceitas apenas duas propostas, o dólar renovou a mínima de R$ 2,140 na BM&F (-0,07) e no mercado interbancário (-0,09%). Nas máximas, de manhã, as cotações subiram a R$ 2,14615 (+0,22%) na BM&F e a R$ 2,146 (+0,19%) no mercado interbancário.

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