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Bovespa fecha em alta de 3,66% influenciada por Petrobrás e Vale

Dólar chegou a subir mais de 1,5%, mas cenário político influenciou investidores e a moeda encerrou o pregão em baixa de 0,19%

O Estado de S. Paulo

12 de abril de 2016 | 10h21

SÃO PAULO - A Bovespa encerrou o pregão desta terça-feira em alta de 3,66%, aos 52.001,86 pontos, influenciada, principalmente, pelas ações de Petrobrás e Vale. Os papéis das duas companhias acompanharam as altas do petróleo e do minério de ferro, respectivamente.

Em Londres, na ICE, os contratos do barril Brent para junho avançaram 3,53%, a US$ 44,34, enquanto na em Nova York, na Nymex, o petróleo para maio subiu 3,22%, a US$ 41,66. Já o minério de ferro registrou avanço de 4,9%, para US$ 58,5 a tonelada seca.

Com essas altas, Petrobrás teve valorização de 8,83% (ON) e 7,87% (PN) e Vale de 10,96% (ON) e 11,17% (PNA). Outro destaque do Ibovespa nesta terça foi a CSN, que também se beneficiou da alta do minério de ferro e fechou o pregão com as ações subindo 19,96%. 

Câmbio. O dólar passou boa parte do dia recuperando as perdas registradas na segunda-feira, mas por volta das 16h44 virou e passou a se desvalorizar ante o real e fechou cotado a R$ 3,4911, o que representa uma queda de 0,19% em relação ao pregão de ontem. 

A principal justificativa de operadores e analistas para a queda do dólar foi o cenário político. O aumento do número de votos na Câmara a favor do impeachment (300), a despeito da maior aderência de deputados contra o impedimento (124), conforme levantamento do Grupo Estado, foi uma das notícias citadas.

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