Dólar renova máximas seguindo mercado externo

O dólar ante o real renovou a máxima nesta sexta-feira, 13, cotado a R$ 2,2830 no balcão, valor que embute alta de 0,44%. O ajuste acompanhou a ampliação dos ganhos da moeda norte-americana com simultânea queda dos juros dos Treasuries após a Universidade de Michigan divulgar uma queda maior do que o esperado na leitura preliminar sobre a confiança do consumidor em setembro. A confiança caiu para 76,8 em setembro, de 82,1 em agosto e ante previsão de 81,8. Enquanto isso, os estoques das empresas subiram 0,4% em julho, quando a expectativa era de crescimento menor, de 0,2%. Geralmente a alta nos estoques indica que as empresas não estão conseguindo desovar seus produtos no ritmo esperado.

SILVANA ROCHA, Agencia Estado

13 de setembro de 2013 | 11h53

O ajuste interno também ocorreu após a definição da taxa Ptax das 11 horas, usada como referência para o leilão de linha de dólares do Banco Central. Um operador de tesouraria de um banco afirmou que, aparentemente, o fluxo cambial está mais negativo, o que ajudaria a pressionar o dólar. Mesmo assim, a taxa de cupom cambial para outubro está mais baixa hoje, porque sofre a influência da oferta de linha, que adiciona volatilidade maior ao cupom cambial, explicou o profissional. Às 11h20, a taxa do cupom para outubro de 2013 desacelerava para +0,15%, de +0,37% no encerramento de ontem, informou o mesmo operador.

Às 11h38, o dólar à vista subia 0,40%, a R$ 2,2820 no balcão. No mercado futuro, o dólar para outubro ganhava 0,22%, a R$ 2,2890. No leilão de linha desta sexta-feira, 13, o BC ofertou até US$ 1 bilhão. A taxa de venda (Ptax das 11h) foi de R$ 2,2774 e a taxa de recompra pelo BC em 2 de abril de 2014 foi fixada em R$ 2,378225.

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