Dólar sobe com incerteza política e juro nos EUA

O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,171 nesta segunda-feira, com alta de 0,79% em relação ao fechamento dos negócios na sexta-feira. O mercado de câmbio seguiu pautado pelas incertezas em relação ao destino do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, e seu eventual sucessor e sobre a trajetória da taxa de juros básica dos EUA, que será definida amanhã. Foi destaque hoje para o câmbio o resultado da balança comercial, embora não tenha havido surpresas. O superávit ficou em US$ 864 milhões na quarta semana de março, com exportações de US$ 2,563 bilhões (média diária de US$ 512,6 milhões) e importações de US$ 1,699 bilhão (média diária de US$ 339,8 milhões). O saldo acumulado no mês passou para US$ 3,016 bilhões e, no ano, o superávit acumulado é de US$ 8,682 bilhões. Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F), o dólar oscilou em alta o dia todo, encerrando cotado a R$ 2,171 (+0,51%). Segundo operadores, a moeda norte-americana foi pressionado pelo "fator Palocci" e a alta dos juros dos títulos do Tesouro norte-americano (Treasuries). Foram registrados 209 negócios, com voluem de negócios de US$ 249 milhões. O dólar abriu em alta de 0,46%, a R$ 2,17; e oscilou 1,52%, entre a menor cotação do dia, de R$ 2,168 (+0,37%), e a maior, de R$ 2,201 (+1,9%).

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