Epitácio Pessoa/Estadão
Epitácio Pessoa/Estadão

Dólar sobe 8,23% em agosto, maior alta mensal desde setembro de 2015

Moeda americana recuou 2,15% nesta sexta-feira, fechando a R$ 4,0646; no mercado de ações, Ibovespa subiu 0,36%, terminando o dia com 76.677,53 pontos

Reuters

31 Agosto 2018 | 17h35

O dólar terminou a sexta-feira, 31, com forte queda, abaixo de R$ 4,10, depois que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu incluir na pauta do dia o julgamento do registro da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e após alívio com a situação da Argentina. O dólar recuou 2,15%, a R$ 4,0646 na venda, fechando agosto com valorização de 8,23%.

Segundo analistas, as incertezas eleitorais ainda devem castigar os investidores no mês de setembro, até que a trilha para o futuro ocupante do Planalto esteja mais clara.

É o maior avanço para um mês desde o acréscimo de 9,09% em setembro de 2015. Nesta sexta-feira, o dólar oscilou entre a mínima de R$ 4,0564 e a máxima de R$ 4,1771 reais. O dólar futuro cedia 2,31%.

Ibovespa fecha em alta

A Bolsa de São Paulo fechou a sexta-feira com seu principal índice, o Ibovespa, em leve alta, com bancos e Petrobrás entre as maiores contribuições positivas, em sessão volátil, em linha com ocorrido ao longo de agosto, com especulações ligadas à disputa presidencial dividindo o foco com eventos na cena externa. O índice de ações subiu 0,36%, a 76.677,53 pontos.

O volume financeiro da sessão somava R$ 8,37 bilhões. Na semana, o Ibovespa contabilizou uma queda de 3,21%.

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