Dow Jones e S&P 500 renovam recordes pelo 3º dia seguido

As bolsas de Nova York fecharam em alta e voltaram a renovar suas máximas históricas, pela terceira sessão consecutiva. Os mercados foram impulsionados por um dado positivo sobre o mercado de trabalho nos EUA e um leilão de bônus relativamente bem-sucedido da Itália.

Agencia Estado

11 de abril de 2013 | 17h53

O índice Dow Jones subiu 62,90 pontos (0,42%) e fechou a 14.865,14 pontos, um novo recorde. O Nasdaq avançou 2,91 pontos (0,09%), encerrando a sessão a 3.300,16 pontos. O S&P 500 teve alta de 5,64 pontos (0,36%), fechando a 1.593,37 pontos - também em patamar inédito. As máximas intraday do Dow Jones (14.887,51 pontos) e do S&P (1.597,35 pontos) também foram recordes.

O Departamento do Trabalho dos EUA divulgou nesta quinta-feira que os pedidos de auxílio-desemprego caíram para 346 mil na semana passada, bem abaixo da projeção de 360 mil. Essa foi a primeira vez em quatro semanas que o número de solicitações caiu e a informação veio como alento depois de dados fracos sobre o mercado de trabalho norte-americano divulgados nas últimas semanas.

"Os recentes ganhos das bolsas de Nova York são resultado do relaxamento monetário global", comentou Michael Yoshikami, executivo-chefe da gestora Destination Wealth Management.

Nos próximos dias e semanas, uma série de balanços corporativos deve testar a resistência do mercado. Na sexta-feira JPMorgan e Wells Fargo divulgam seus resultados do primeiro trimestre. "Parecia que o mercado se encaminhava para uma correção alguma hora, mas a queda registrada foi ínfima. É preciso respeitar a tendência quando a trajetória de menor resistência parece ser para cima", afirmou Brian Lazorishak, gestor de portfólio da Chase Investment Counsel.

No noticiário corporativo, as ações do setor de tecnologia ficaram para trás nesta quinta-feira após a empresa de pesquisa de mercado IDC informar que as vendas de computadores pessoais caíram 13,9% no primeiro trimestre do ano, a maior contração desde que a sondagem começou, em 1994. A Microsoft registrou desvalorização de 4,43%, afetada também por um corte na recomendação do Goldman Sachs.

Entre as blue chips, os destaques de alta foram Occidental Petroleum (+3,49%), Ford Motor (+3,28%) e Pfizer (+2,41%). No campo negativo aparecem Caterpillar, com perda de -1,00%, e FedEx, que registrou desvalorização de 1,32%. As informações são da Dow Jones.

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