Dow Jones pode atingir nova máxima em 6 anos em NY

As bolsas de Nova York abriram a segunda-feira em alta, influenciadas pela que queda do juro projetado pelos Títulos do Tesouro dos Estados Unidos (Treasuries), recuo no preço do petróleo e pelo fato de não haver nenhum dado econômico que crie obstáculo para Wall Street subir, especialmente para o Dow Jones atingir uma nova máxima em seis anos no pregão de hoje, antes do depoimento do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Ben Bernanke, hoje à noite. Às 11h48, o índice Nasdaq subia 0,40%; o S&P 500, 0,14%; e o Dow Jones, 0,22%. Na semana passada, o Dow Jones economizou um ganho de 203 pontos na medida em que se esvaziou a preocupação sobre um prolongamento do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos, na esteira de dados que indicaram crescimento econômico estável associado a pressões inflacionárias contidas. Em sua apresentação ao Clube de Economistas em Nova York, Bernanke deve deixar alguma ambigüidade no ar quanto às expectativas sobre a taxa de juros para maio e para o futuro. As ações da Lucent Technologies caíam 4,8% nas transações de pré-mercado, após a revista Barron´s ter informado que a empresa de telecomunicações enfrenta dificuldades em seus esforços de recuperação. Na edição desta semana, a Barron´s observou que a Lucent passa por um momento de encolhimento da base de clientes, em razão de acordos recentes na indústria de telecomunicações, que devem, provavelmente, ampliar as pressões de preços entre a sua companhia e seus quatro principais concorrentes. Os papéis da Michaels Stores subiam 12,8%, após a maior varejista de artesanatos e artes dos EUA anunciar que está considerando alternativas estratégicas para ampliar o valor das carteiras de seus acionistas e que uma das possibilidades seria vender seus ativos. Em um efeito colateral, a A.C. Moore subia 7,2%. A Pfizer tinha indicação de alta no pré-mercado, após o Goldman Sachs ter elevado a estimativa de lucro por ação da gigante farmacêutica em dois centavos por ano ao longo dos próximos cinco anos, citando o lançamento do medicamento Lyrica para tratamento de dores neuropáticas - doenças nervosas. As informações são da Dow Jones.

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