Dow Jones renova máxima histórica, mas já reduz ganho

Os principais índices das Bolsas em Wall Street operam abaixo das máximas de logo após a abertura, quando os investidores sentiram-se motivados pela ausência de surpresas negativas nos indicadores econômicos divulgados na manhã e pelo anúncio de um plano de recompra de ações da Caterpillar. Ambos os fatores compensaram um relatório negativo sobre empréstimos no setor financeiro. Os mercados aguardam agora a sessão de perguntas e respostas do depoimento do presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, na Câmara. No depoimento escrito, Bernanke repetiu o discurso feito ontem ao Senado, que causou um rali no mercado acionário. Pouco depois do início dos negócios, o índice Dow Jones chegou a 12.769,90 pontos, nova pontuação máxima histórica. Às 13h41 (de Brasília), o índice subia 0,09% para 12.753,40 pontos. O Nasdaq avançava 0,15% e o S&P 500 já caía 0,01%. As ações foram beneficiadas no meio da manhã pelo inesperado avanço do índice de atividade industrial de Nova York em fevereiro. No entanto, ações financeiras viram fraqueza em uma reportagem do Wall Street Journal de que diversas empresas estão tentando aumentar os esforços para se livrar de empréstimos negativos. O relatório citou bancos como Merrill Lynch, J.P. Morgan Chase e HSBC Holdings Plc. As ações do Merrill Lynch sobem 0,2%, JP Morgan cai 0,3% e HSBC recua 0,6%. Entre as blue chips (ações de primeira linha), as ações da Caterpillar subiam 1,6% após a diretoria da empresa anunciar um plano de recompra de US$ 7,5 bilhões de ações, e as da Microsoft subiam 0,3% em reação ao anúncio de que a companhia se reunirá com analistas para discutir "direção estratégica". As companhias aéreas estão no foco do mercado, especialmente a JetBlue, após o Goldman Sachs elevar a recomendação de neutra para compra. As ações da companhia sobem 2,6%. As informações são da Dow Jones.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.