Dow Jones sobe 1,13% com reação do dólar ante iene

O índice Dow Jones dá continuidade à recuperação iniciada pelas Bolsas asiáticas e pelo dólar à noite, dando força às esperanças de que os mercados recuperem parte do terreno perdido desde a semana passada. Às 16h45 (de Brasília), o Dow Jones estava em alta de 136 pontos, 1,13%, para 12.187 em pontos. O S&P subia 1,42% e o Nasdaq avançava 1,84%. Entre os 30 componentes do Dow Jones, 28 subiam, incluindo Alcoa (2,1%), General Motors (2,4%), Dupont (1,9%) e HP (1,9%). As ações do setor financeiro, que ficaram ontem entre as maiores quedas, também exibem recuperação. Citigroup subia 2,3% após ter informado que fez uma oferta de US$ 10,75 bilhões para ter uma participação majoritária na Nikko Cordial, no que seria a maior aquisição de uma corretora japonesa por um banco estrangeiro. JP Morgan Chase subia 1,2%. As ações de tecnologia reagem bem às afirmações do executivo-chefe da Google, Eric Schmidt, de que sua empresa e a Apple estão trabalhando juntos em "muitos outros" novos projetos. Google subia 2,5% e Apple, 1,7%. Segundo o Dow Jones Wilshire Global Total Market Index, os mercados mundiais perderam US$ 3,1 trilhões nos últimos cinco pregões. Mas há muito dinheiro esperando para voltar ao mercado assim que achar que o mesmo bateu no fundo do poço e "hoje pode ser o início deste processo", disse o estrategista-chefe do Jefferies & Co., Art Hogan. No mercado de câmbio, o iene recua pela primeira vez em quatro sessões. O dólar era negociado em 116,73 ienes, de 115,89 ienes na tarde de ontem. O petróleo uniu-se à tendência de rali. O barril para entrega em abril do West Texas subia 1,05% para US$ 60,70 na Bolsa Mercantil de Nova York eletrônica. As informações são da agência Dow Jones.

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