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Embraer conclui revisão preliminar de projeto do E190-E2

A Embraer informa que concluiu no final de maio a fase de definição conjunta (Joint Definition Phase, ou JDP, na sigla em inglês) do jato E190-E2 com a execução da revisão preliminar do projeto. A empresa também finalizou os ensaios em túnel de vento do E190-E2, que será o primeiro modelo da segunda geração da família E-Jets de aviões comerciais para o segmento de 70 a 130 assentos, denominada E-Jets E2, planejada para entrar em operação a partir de 2018.

EQUIPE AE, Agência Estado

24 de junho de 2014 | 10h26

Segundo o comunicado, o próximo passo no desenvolvimento do E190-E2 será a revisão crítica do projeto, em que deverá ser comprovada a maturidade do produto, permitindo em seguida o início da fabricação dos protótipos. "Além disso, a equipe de engenharia da Embraer já voou o avião virtualmente pela primeira vez, o que permite avaliar as características da aeronave e oferecer aos engenheiros muitas horas de voo virtuais antes mesmo de a aeronave deixar o solo pela primeira vez", diz a empresa, na nota. Derivado do E190-E2, o E195-E2, cuja entrada em serviço está programada para 2019, iniciou a fase de definição conjunta em maio de 2014.

A Embraer informa também que concluiu os estudos conceituais do E175-E2, que deverá entrar em operação em 2020, dando início aos estudos preliminares e à campanha de ensaios aerodinâmicos em túnel de vento. O modelo E175-E2 terá asa e motor otimizados para o tamanho da aeronave, distintos da configuração adotada para o E190-E2 e o E195-E2.

"Com os E-Jets E2, a Embraer reforça o compromisso com a melhoria contínua de sua linha de jatos comerciais e a manutenção da liderança no segmento de aviões a jato de 70 a 130 assentos", diz a companhia. "Os três novos aviões (E175-E2, E190-E2 e E195-E2) têm motores de última geração da Pratt & Whitney, novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas que resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões de CO2 e do ruído externo em comparação à atual geração de E-Jets", acrescenta.

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