Embratur não sabe efeito que episódio do Maracanã trará

O presidente da Embratur, Vicente Neto, foi reticente ao comentar os efeitos para o Brasil da invasão do Maracanã por torcedores, na quarta-feira, 18, momentos antes do jogo entre o Chile e a Espanha. Segundo ele, o Brasil já demonstrou estar apto à realização de megaeventos, inclusive, no quesito segurança. Mas, em seguida, afirmou que não tem como mensurar o desgaste da imagem brasileira.

FERNANDA NUNES, Agência Estado

19 de junho de 2014 | 16h09

Vicente Neto, participou, nesta quinta-feira, 19, do painel "Impacto dos Grandes Eventos na Economia Brasileira", no Centro Aberto de Mídia da Copa do Mundo, no Forte de Copacabana, no Rio. O evento teve ainda a presença de Pedro Trengrouse, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV), e Lamartine da Costa, professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e University of East London.

Em um breve comentário, em que evitou se posicionar sobre o episódio, Neto disse apenas que o caso está sendo tratado diplomaticamente e pelo Ministério da Justiça e que, por isso, não seria sua função comentá-lo. Ele participou há pouco de painel no qual apresentou os ganhos econômicos decorrentes da Copa.

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