Euro atinge a máxima de 11 semanas após dado alemão

Às 9h55 (de Brasília), o euro subia para US$ 1,3011; na máxima intraday foi a US$ 1,3047. A libra avançava para US$ 1,55492

Cynthia Decloedt, da Agência Estado ,

27 de julho de 2010 | 09h55

O euro superou US$ 1,30 e subiu à máxima em 11 semanas nesta manhã contra o dólar, refletindo a divulgação de dados melhores do que o esperado na Europa. A libra esterlina também avançou, operando no maior patamar de preço contra o dólar desde fevereiro, depois que as vendas no varejo no Reino Unido atingiram o maior nível em mais de três anos, superando a previsão dos economistas.

 

As moedas influenciadas pelo ritmo da expansão global, como o dólar australiano e o dólar canadense, asseguraram também bom desempenho na esteira do comportamento do euro.

 

Às 9h55 (de Brasília), o euro subia para US$ 1,3011; na máxima intraday foi a US$ 1,3047. A libra avançava para US$ 1,55492.

 

Agora, os investidores olham para os números que serão divulgados nos EUA, para tentar esclarecer dúvidas quanto ao ritmo da recuperação norte-americana. Entre eles, estão o índice de preços dos imóveis S&P Case-Shiller, o índice de confiança dos consumidores e sobre a atividade em Richmond e Chicago.

 

O índice de confiança futura do consumidor da Alemanha do grupo pesquisa de mercado GFK subiu para 3,9 pontos em agosto, impulsionado pelo bom desempenho da seleção alemã de futebol na Copa do Mundo, o clima de meados de verão, e as notícias positivas sobre o mercado de trabalho no país. Economistas ouvidos pela Dow Jones Newswires tinham previsto uma leitura de 3,5 pontos para agosto.

 

No Reino Unido, a média de vendas no varejo da pesquisa mensal da Confederação da Indústria Britânica subiu para +33 em julho, de -5 em junho, o nível mais elevado desde abril de 2007 e acima da previsão dos economistas de +8. A média corresponde a diferença entre o porcentual de varejistas que informaram volumes maiores de vendas em relação ao mês correspondente do ano passado e os que informaram volumes de vendas menores. Em julho, 18% dos pesquisados disseram que as vendas estiveram menores e 51% responderam que as vendas estiveram maiores. As informações são da Dow Jones.

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