Furacão deixa de ameaçar e petróleo cai, gerando lucro

Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa acentuada na New York Mercantile Exchange (Nymex), com os operadores liquidando posições montadas antes da chegada da tempestade tropical Alberto, segundo operadores e analistas. Alberto, a primeira tempestade a receber nome nesta temporada, rapidamente e inesperadamente ganhou vigor nesta segunda-feira, mas, segundo meteorologistas, a tormenta não vai atingir as áreas de produção de petróleo e gás do Golfo do México e se move em direção noroeste para a costa do Golfo na Flórida. Esta tarde, o Centro Nacional de Furacão disse que Alberto deverá atingir a costa da Flórida na manhã desta terça-feira, mas alertou que "as condições já estavam se deteriorando" na área abrangida pelo alerta de furacão. "Foi uma típica alta de pânico na semana passada e como a tempestade não está ameaçando a produção (de petróleo e gás) no Golfo vimos alguma realização de lucro", disse o analista sênior e operadores Jay Brown, da Pro Edge Fx, uma divisão da Infinity Brokerage. O volume negociado foi relativamente baixo, segundo operadores. Na Nymex, os contratos de petróleo para julho fecharam a US$ 70,36 o barril, queda de US$ 1,27 (1,77%). A mínima foi de US$ 70,20 e a máxima de US$ 71,90. Em Londres, no sistema eletrônico da ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para julho fecharam a US$ 68,93 o barril, queda de US$ 1,55. A mínima foi de US$ 68,72 e a máxima de US$ 71,20. As informações são da Dow Jones.

Agencia Estado,

12 de junho de 2006 | 18h00

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