Home office e mobilidade urbana devem definir o mercado imobiliário no pós-pandemia
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Home office e mobilidade urbana devem definir o mercado imobiliário no pós-pandemia

Mesmo com trabalho remoto, a praticidade de morar perto do emprego ainda será levada em conta durante a compra de um imóvel, avaliam especialistas do setor

Coelho da Fonseca, Media Lab Estadão
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24 de julho de 2020 | 17h52

A pandemia vai passar e o que ficará serão as mudanças comportamentais trazidas por ela. A valorização da qualidade de vida em detrimento a praticidade como fator decisivo na hora da aquisição de um imóvel está entre essas tendências, segundo apontaram de especialistas do mercado imobiliário durante live promovida pelo Estadão Imóveis, no dia 23 de julho.

“Nos últimos 20 anos, o normal era optar pela facilidade de morar próximo ao local do emprego ou pelo menos do metrô para perder menos tempo possível no trânsito. Mas esse momento de ‘prisão domiciliar’ pelo qual passamos, nos fez entender a importância do conforto de uma casa para a família”, analisou Álvaro Coelho da Fonseca, presidente da imobiliária Coelho da Fonseca. “Por isso, o que temos visto muito é um interesse em trocar o apartamento na cidade por uma casa no interior, algo entre 30 e 40 quilômetros da capital. Principalmente entre o comprador de classe média”, completou o empresário.

Mesmo com essa migração imobiliária, impulsionada pelo “novo normal” que se tornou o home office, habitar as regiões centrais de São Paulo – especialmente em locais que ofereçam uma boa gama de serviços – ainda está entre os desejos de parte dos compradores. “Os conceitos de moradia estão passando por mudanças e os nossos novos produtos estão sendo adaptados para atender essas demandas”, afirmou Henry Borenstein, presidente executivo da Helbor Empreendimentos.

Entre os novos projetos, Borenstein citou o W Residences, complexo que une hotel, residências, centro de convenções e restaurantes a ser lançado em breve na Vila Olímpia. “O W chega ao Brasil trazendo seu estilo jovem e descolado. Com uma torre residencial e outra de hotelaria, a pessoa que morar lá vai poder desfrutar de todos os serviços do hotel.”

O arquiteto Roberto Aflalo Filho, sócio do escritório Aflalo & Gasperini, que assina o empreendimento, explica que os apartamentos atenderão a públicos diversos. “Eles têm entre 50 m² e 100 m². A Vila Olímpia é um exemplo de zona de uso misto e o W tem tudo para se tornar um ícone da cidade.”

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