Ibovespa segue Wall Street e tem sessão de perdas

A bolsa terminou o dia em baixa de 1,02%, aos 53.855,54 pontos; no mês, acumula ganho de 4,32% e, no ano, de 4,56%

Claudia Violante, da Agência Estado,

15 de maio de 2014 | 17h40

Depois de renovar sua máxima em seis meses, ontem, a Bovespa seguiu o exterior nesta quinta-feira, 15, e teve um pregão de queda generalizada das ações, voltando a se situar no patamar de 53 mil pontos. A volatilidade, entretanto, diminuiu no período da tarde e alguns papéis até melhoraram, apesar de poucos terem fechado no azul.

O Ibovespa terminou o dia em baixa de 1,02%, aos 53.855,54 pontos. Na mínima, registrou 53.565 pontos (-1,56%) e, na máxima, 54.404 pontos (-0,02%). No mês, acumula ganho de 4,32% e, no ano, de 4,56%. O giro financeiro segue fraco e totalizou R$ 5,213 bilhões.

O PIB mais frágil da zona do euro e a produção industrial norte-americana igualmente fraca desencadearam um movimento de venda de ações por todo o mundo.

Aqui não foi diferente e o Ibovespa trabalhou bem próximo do comportamento de Wall Street. Um profissional comentou que o exercício de opções sobre ações na próxima segunda-feira conteve um pouco o movimento de vendas doméstico.

Petrobras e Vale conduziram a queda. Petrobras ON recuou 1,73%, PN, 1,42%, Vale ON, 0,92%, e PNA, 0,28%. Itaú Unibanco PN, papel com maior participação no Ibovespa, também caiu, 0,75%. Bradesco PN perdeu 1,27% e BB ON, 0,08%; Santander unit subiu 0,60%.

Nos EUA, o Dow Jones recuou 1,01%, aos 16.446,82 pontos, S&P caiu 0,94%, aos 1.870,85 pontos, e o Nasdaq teve perda de 0,76%, aos 4.069,29 pontos.

Entre outros dados divulgados hoje, a produção industrial caiu mais do que o previsto (-0,6% ante -0,1%) em abril ante março, assim como a utilização da capacidade instalada recuou 0,7 ponto porcentual, para 78,6%, de 79% estimados.

Outro destaque da agenda de lá é o dado de pedido de auxílio-desemprego, que mostrou queda de 24 mil na semana encerrada em 10 de maio, para 297 mil, após ajustes sazonais. O nível dos pedidos é o menor desde maio de 2007. Analistas previam uma leve queda do indicador, para 320 mil solicitações.

Na Europa, o PIB da zona do euro subiu 0,2% no primeiro trimestre, ante previsão de que ficaria em +0,4%.

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