Investidor pessoa física retoma 2º lugar na Bovespa

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) registrou volume financeiro de R$ 50,3 bilhões em março, um aumento de 4,14% sobre os R$ 48,3 bilhões de fevereiro. No entanto, as médias diárias caíram, já que fevereiro teve menos dias úteis. As médias diárias foram de R$ 2,2 bilhões em volume e 81.152 negócios, ante R$ 2,7 bilhões e 89.088 negócios em fevereiro. As ações que registraram maior giro financeiro foram Petrobras PN, com R$ 6,20 bilhões; Vale do Rio Doce PNA, com R$ 3,88 bilhões; Bradesco PN, com R$ 2,51 bilhões; Usiminas PNA, com R$ 1,84 bilhão; e Itaú PN, com R$ 1,33 bilhão. Os investidores estrangeiros mantiveram-se na liderança da movimentação financeira, com participação de 37,77% do volume total, ante 36,17% no mês anterior. As pessoas físicas voltaram ao segundo lugar, passando de 23,35% em fevereiro para 25,65%, posição que não ocupavam desde setembro de 2005. Na seqüência, ficaram os investidores institucionais, com 24,87%, ante 26,16% no período anterior; as instituições financeiras, com 10,5%, ante 12,76%; as empresas, com 1,57%, ante 1,40%; e o grupo outros, com 0,10%, ante 0,16%. O mercado à vista respondeu por 93% do volume financeiro total de março, seguido pelo de opções, com 3,7%, e pelo mercado a termo, com 3,3%. O after market negociou R$ 113.475.726,66, com 13.880 negócios no mês, ante R$ 153.192.791,07 e 12.101 negócios em fevereiro. O Home Broker atingiu novo recorde de acessos ao sistema, totalizando 59.507, ante 52.414. A quantidade de negócios alcançou média diária de 31.683, ante 31.764. A participação do Home Broker no número de negócios total da Bovespa foi de 20,12%, acima dos 18,44% de fevereiro. O volume médio diário ficou em R$ 250,1 milhões, ante R$ 236,6 milhões, enquanto o valor médio das operações subiu para R$ 7,8 mil, ante R$ 7,4 mil. Atualmente, 50 corretoras oferecem o serviço.

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