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Itaú Unibanco e Bradesco devem manter participações no IRB

Instituições negociam período no qual não venderão ações após realização de oferta da resseguradora em Bolsa

Coluna do Broadcast, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2019 | 05h05

Bloqueado. Itaú Unibanco e Bradesco devem manter suas participações no ressegurador IRB Brasil Re e negociam, inclusive, um período de lockup após a oferta bilionária da União e do Banco do Brasil (BB). Trata-se de um mecanismo que proíbe acionistas de venderem ações após a realização de uma oferta em bolsa. Na mesa, é discutido um prazo que vai de 180 dias, período tradicional em lockups e o mais provável, a no máximo dois anos. 

Desconforto. O lockup não é consenso entre os sócios do IRB. Apesar de Bradesco e Itaú já terem sinalizado ao ministro da Economia, Paulo Guedes (foto), que vão assinar o termo, há quem defenda que os privados são apenas investidores do IRB e, portanto, livres para vender suas participações quando desejarem.

Protegido. O prazo de lockup é considerado essencial entre integrantes da equipe econômica para que União e BB se desfaçam de suas participações no IRB, avaliadas em cerca de R$ 8 bilhões. Isso porque o mecanismo ajudará a proteger o valor do ativo após a oferta, reduzindo eventuais pressões do mercado, que teme a possível saída de Bradesco e Itaú do ressegurador. Procurados, IRB, Bradesco, Itaú e Ministério da Economia não comentaram. 

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